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Violino

A partir do século XX a importância do violino foi alargada a praticamente todo o mundo, o que se refletiu no aumento exponencial da abrangência do seu repertório a domínios musicais tão diversos como, por exemplo, o jazz, o pop-rock ou a música tradicional. O violino é o instrumento mais agudo da família dos cordofones friccionados, ao lado da viola de arco, do violoncelo e do contrabaixo. O seu som é produzido recorrendo a um arco que fricciona as quatro cordas de forma isolada podendo, no entanto, produzir duas, três ou mesmo quatro notas simultâneas. Pode igualmente ser dedilhado, técnica que se denomina pizzicato. A sua forma atual data de meados do século XVI, com ligeiras modificações, e os seus construtores mais famosos foram os luthiers Stradivari, Stainer bem como as famílias Guarneri e Amati. Devido às suas extraordinárias qualidades melódicas e harmónicas, bem como ao seu timbre e virtuosismo muitíssimo elevado nas mãos dos seus mais exímios executantes como Corelli, Vivaldi, Viotti, Paganini, Wieniawski e Ysaÿe, entre outros, o violino foi e continua a ser utilizado em praticamente todos os géneros musicais. Inúmeros compositores escreveram para este instrumento como, por exemplo, Johann Sebastian Bach (1685-1750), Niccolò Paganini (1782 – 1840) e Johannes Brahms (1833 — 1897), entre outros.